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SADC Today, Vol. 7 No. 4 Outubro 2004
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As economias afectam os objectivos da erradicação da pobreza - por Munetsi Madakufamba

Amaioria das economias dos países membros da SADC continuam com tendências de crescimento embora à níveis insignificantes para a redução progressiva da pobreza. Dados recentemente lançados pela Diretoria da Indústria, Comércio e Finanças da SADC mostram que o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu em cerca de 3.2 por cento em 2003, a mesma taxa de crescimento alcançada nos primeiros.

Angola, que saiu da guerra de devastação civil alcançou uma taxa de17 por cento de crescimento do Produto Nacional Bruto (PNB) em 2003. Botswana (6.7), Malawi (6.5), Moçambique (7) e República da Tanzânia (5.5) foram os melhores desempenhos do topo. A taxa do crescimento alcançada nos restantes países foi abaixo de cinco por cento, como o Zimbabwe que aparece com uma economia fixa para melhor neste ano, registando uma taxa negativa no crescimento económico.

Nas taxas correntes do crescimento muitos países da SADC não serão capazes de alcançar as Metas do Desenvolvimento do Milénio (MDG) de acabar com a pobreza em 2015. A meta crescimento económico mínimo internacionalmente acordada necessária pa r a os p a í s e s em vi a de desenvolvimento o alívio à pobreza MDG é de sete por cento por ano.

A maioria da nossa população nas regiões subiste abaixo das linhas internacionalmente aceitáveis, “diz Jakaya Kikwete, Ministério do Negócios Estrangeiros e Cooperação.”

A pobreza, que ronda em 40 por cento da população combinada da SADC, constitui um bom hóspede para expansão da maior parte das doenças transmissíveis como a tuberculose, malaria e HIV e SIDA que muitas vezes tem retrodecido os eforços do desenvolvimento na região.

Fudzai Pamacheche, Chefe da Direcção reconomica da SADC diz que o outro grande desafio para a SADC é de os estados membros das SADC reduzirem a inflação. Disse que a recente carencia alimentar em algumas partes da região teve efeitos nos indices do proços do consumo em 2003, particularmente para “Lesoto, Swazilândia e Namibia” que tinham conseguido alcançar a redução da inflação nos ultimos anos. Porém, 7 países registaram taxas de um dígito de inflação durante o mesmo ano.

Um aumento significante na interligação comercial foi alcançado alcançado a partir de 2000 quando o Protocolo Comercial da SADC iniciou. O comercio inter regional estima-se por volta de 25 por cento de todo o comercio internacional e espera-se que aumente para 35 por cento até os ano 2008 de acordo com as metas fixadas no guião da SADC, Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional (RISDP).

Os grandes aumentos comerciais tem ocorrido nos sectores da industria têxtil, confecções, e açucareiras, diz Pamacheche, acrescentando que as zonas livres de comércio para estes sectores têm aberto oportunidades para a região.

Enquanto que o protocolo visa facilitar o troca de serviços e bens na região mediante a redução e por fim retirar as tarifas, ainda p e rma n e c em v a r i a s impedimentos.

Existe um trabalho de destaque na harmonização de medidas de saúde pública e fitosanitárias, que são graves para a come rc i a l i z aç ão do s produtos agrícolas, disse o economista da SADC, explicando o progresso na imp l eme n t a ç ã o d o protocolo do comercio da SADC. Acrescentando, disse: “enquanto houver um progresso significante na comercialização de bens, o comercio nos serviços atrasa devido a falta de meios. Tratando-se do comercio nos serviços temos que ter em mente que a obrigação dos estados membros se encarregaram ao nível da Organização Mundial do Comercio (OMC) assim como as actuais negociações em volta do desenvolvimento de Doha.

Os países sa SADC, juntamente com outras nações em via de desenvolvimento enfrentam uma grande resistência a partir dos países ricos que são relutantes em reduzir e muito menos acabar com os subsídios para a agricultura, que fazem com que camponeses no sul sejam pouco competitivos.

Para os paises da SADC, existem dois grandes caminhos o sucesso das negociações comerciais. O quadro de trabalho da Organização Mundial de Comércio (OMC) e as negociações da Africa, Caraíbas e Pacficos (ACP) com a União Europeia (UE), as negociações dos acordos regionais de parceria económica entre a SADC e EU foram iniciadas em Namíbia, Junho 2004.

A criação duma industria harmonizada e o aumento dos investimentos é ainda outro desafio para SADC. A maior parte dos paises da África Austral são produtores e exportadores de matéria prima com uma base industrial pequena que depende grandamente de maquinaria e equipamento importados. A África do Sul é economicamente o país mais industrializado da região, enquanto que as Maurícias e o Zimbabwe têm uma base significante de fabricas.

Pamacheche afirma que a SADC está a realizar um levantamento regional da extensão do comércio trasfronteiriço, um sector informal que tem crescido com firmeza durante os últimos anos, mas que continua bastante ignorados. O comércio transfronteiriço tem agora muita aceitação, sendo os maiores protagonistas disto as mulheres, detém o potencial para a transformação dos varios grupos sociais na região. Sabe-se que dos varios desafios economicos que a região enfrenta e a necessidade do alcance das convergencias macroeconomicas aceitaveis, a SADC planeia estabelecer um mecanismo de supervisão que ira monitorar o desempenhos dos estados membros e garantir que se confinam às acordadas.

Este artigo pode ser reproduzido com crédito atribuido ao autor e editora.

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SADC Today, Outubro 2004
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