O CRESCIMENTO económico nos Estados
membro da SADC é necessário mas não
suficiente para fazer um impacto real sobre a
erradicação da pobreza, especialmente quando
tal crescimento é errático.
A afirmação foi feita pelo Presidente do
Banco Africano de Desenvolvimento (BAD),
Donald Kaberuka, num discurso de fundo na
Conferência Internacional da SADC sobre a
Pobreza e Desenvolvimento realizado nas
Maurícias, em Abril.
Kaberuka disse que embora o
desenvolvimento económico - sempre medido
simplesmente por aumentos positicos do
Produto Interno Bruto (PIB) - seja essencial,
deve ser sustentado "ao longo de vários anos...
abragente e não exclusivo."
O PONTO de partida
para o desenvolvimento em
Moçambique deve começar das
zonas rurais, o Presidente
Armando Guebuza disse no seu
discurso de abertura da reunião
anual do Banco Africano de
Desenvolvimento.
"Vamos ultrapassar os desafios
da emancipação económica através
da transformação das zonas rurais
em polos de planeamento e
desenvolvimento", disse Guebuza,
acrecentando que era necessário
infraestrutura de transporrtes e
comunicações para diminuir as
distãncias e "ligar os centros de produção dos centros
de consumo."
africano pode ser
descarrilado pela alta global
nos preços alimentares, o
presidente do BAD, Donald
Kaberuka, disse na reunião
anual do Banco realizado em
Maputo, em Maio. Ele disse
que a crise alimentar é uma
barreira adicional que poderá
colocar a abilidade da África
de gerir os riscos e ultrapassar
novas ameaças em teste, mas
acrescentou que este desafio
pode ser transformado numa
oportunidade onde a
agricultura finalmente tornase
um negócio viável do que
uma fonte mísera de
rendimento.Vide Segurança
Alimentar
O ANO de 2008 constitui um marco para a região da
SADC com o lançamento oficial da Zona de
Comércio Livre, e uma meta de 85 porcento de todas
as linhas de produtos a serem comercializadas a
tarifas de zero porcento.
A eliminação gradual de tarifas foi feita numa
base de passo a passo com cada prazo entrando em
vigor cada Janeiro desde 2001. Pelo que, a partir de
Janeiro de 2008, a meta de 85 porcento foi
considerada eficaz.
Os restantes 15 porcento, constituindo produtos
sensíveis, terão as barreiras tarifárias removidas
entre 2008 à 2012.
A UNIÃO Africana acelerou
planos de unificação através do
estabelecimento de um grupo de
alto nível de chefes de Estado e
Governo sob a liderança do
Presidente Jakaya Kikwete da
República Unida da Tanzania,
que é o novo líder da UA.
O grupo de líder, consistindo
de Kikwete e o Presidente John
Kufuor do Gana como o
presidente cessante da UA, inclue
10 outros líderes, dois de cada
uma das cinco regiões de África.
O grupo foi estabelecido na Xª
Sessão Ordinária da Assembleia dos Chefes de Estado e Governo
da União Africana realizada em
Adis Ababa, em finais de Janeiro.
A MEDIDA em que a demanda
para a electricidade na África
Austral ultrapassa a sua
capacidade de geração, é
necessário que nos próximos
dois anos se acelerem grandes
projectos a curto prazo custando
US$8 biliões. Os défices de
energia afectaram gravamente
vários Estados membro da
SADC levando à cortes de
energia previstos e, em alguns
casos, imprevistos. Vide a revisão especial